sábado, 19 de março de 2011
O Jeito Certo de Viver
Planeta Terra: quando chegamos a esse lugar somos pequenos e indefesos. Chegamos pelados, pegajosos, pagões, e choramos. Com o caminhar do tempo vamos crescendo e descobrindo os rumos e trejeitos de nosso motivo e maldição: a vida. O seu sentido, os seus porquês, como viver não se sabe. À parte isso, viva. Viva, durma até tarde, ande nas ruas, saia pra dançar mesmo que não saiba, saia com os amigos, conheça alguém bacana, começe um relacionamento, termine o, vá a igreja, ajoellhe se, plante uma árvore, escreva algo, uma frase que seja, visite seus parentes, falte ao trabalho, engorde alguns quilos, embriague se, arrume um cachorro, olhe as estrelas, banhe se no rio, acampe, conte uma história aos seus filhos, veja o sol nascer. Viva, morra, mate, sonhe, e não dedique o seu tão pouco e precioso tempo nesse mundo a buscar o sentido da vida, dê a ela o seu sentido, o seu querer. Dedique se a viver. Viva como se fosse morrer amanhã, e depois, e depois de novo. Valorize os minutos, os segundos, as piscadas de olhos. Não prenda se a meias verdades, e nem a verdades inteiras. Jogue se no abismo, viva no limite. E o jeito certo de viver que ninguém ouse dizer que sabe, mas essa, não restam dúvidas, é uma forma bem interessante.
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